Cleitinho lidera em Minas e Pacheco cresce com apoio de Lula, diz AtlasIntel

No principal cenário estimulado para o primeiro turno, Cleitinho atinge 32,7% da preferência

Abr 1, 2026 - 13:18
Abr 1, 2026 - 13:20
Cleitinho lidera em Minas e Pacheco cresce com apoio de Lula, diz AtlasIntel
Cleitinho e Rodrigo Pacheco lideram a disputa pela sucessão estadual

Belo Horizonte (MG) - O senador Cleitinho Azevedo (Republicanos) mantém a liderança na disputa pelo Governo de Minas Gerais em 2026, conforme levantamento da AtlasIntel divulgado nesta quarta-feira (1º/04).

Cleitinho aparece com 32,7% das intenções de voto no cenário mais provável de primeiro turno, seguido pelo presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSB), que soma 28,6%.

A pesquisa revela, no entanto, a força das alianças nacionais. No cenário 3, onde os candidatos são apresentados com seus respectivos apoios, Rodrigo Pacheco assume a liderança com 37,9% ao ser vinculado ao presidente Lula.

Nesse contexto, Cleitinho (apoiado por Bolsonaro e Zema) aparece com 34,2%, configurando um empate técnico dentro da margem de erro.

Desempenho no primeiro turno
O levantamento testou três cenários distintos para o pleito. No cenário 1 (sem menção a apoios), os números são:

  • Cleitinho Azevedo (Republicanos): 32,7%

  • Rodrigo Pacheco (PSB): 28,6%

  • Alexandre Kalil (PDT): 11,7%

  • Carlos Viana (Podemos): 7,5%

  • Mateus Simões (PSD): 6,2%

  • Gabriel Azevedo (MDB): 4%

  • Ben Mendes (Missão): 3,7%

Projeções de segundo turno
Nas simulações de confronto direto para a fase final da eleição, Cleitinho Azevedo venceria os principais adversários:

  • Cleitinho 47% x 42% Rodrigo Pacheco

  • Cleitinho 51% x 36% Alexandre Kalil

Rodrigo Pacheco também venceria em um eventual embate contra o atual vice-governador, Mateus Simões (PSD), por 43% a 31%.

Metodologia e dados técnicos
A AtlasIntel entrevistou 2.195 eleitores mineiros entre os dias 25 e 30 de março de 2026. A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos, com índice de confiança de 95%.

O estudo, registrado no TSE sob os números BR-05686/2026 e MG-01664/2026, foi realizado com recursos próprios e custou R$ 75 mil.

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