Cesta básica fica 9,49% mais barata em Poços de Caldas,
Preços dos alimentos registram queda expressiva em junho
Poços de Caldas (MG) - Os moradores de Poços de Caldas encontraram um alívio expressivo no orçamento doméstico em junho.
Uma pesquisa realizada pelo Procon Poços revelou que os preços dos produtos que compõem a cesta básica despencaram 9,49% na cidade.
O levantamento comparou os valores atuais com a pesquisa feita no final de maio deste ano.
Com essa retração expressiva, o índice acumulado do ano para os itens alimentícios e de primeira necessidade se mantém no terreno negativo, atingindo a marca de -3,27%.
A coleta de dados foi realizada de forma presencial entre os dias 22 e 26 de junho, cobrindo estabelecimentos comerciais distribuídos pelo Centro, Zona Leste, Zona Oeste e Zona Sul.
Como o levantamento do Procon é de caráter estritamente informativo e os valores referem-se exclusivamente às datas da coleta, a variação entre as marcas e os estabelecimentos exige atenção do consumidor para garantir a economia.
Itens tradicionais como o pacote de arroz tipo 1 de 5 kg variam de R$ 12,90 a R$ 22,99 entre os locais pesquisados, enquanto o óleo de soja de 1 litro foi encontrado com preços entre R$ 6,29 e R$ 8,99.
A oscilação de preços no setor de hortifrúti também se destacou. O quilo do tomate, por exemplo, apresentou grande disparidade nas gôndolas, flutuando entre R$ 5,98 e R$ 16,99 a depender do supermercado escolhido.
De acordo com o órgão de proteção ao consumidor, a deflação do mês foi impulsionada por quedas expressivas em produtos de mercearia e hortifrúti.
As principais movimentações foram as seguintes: o mamão papaya liderou as baixas com redução de R$ 4,53 no quilo.
O sabão em pó 700g recuou R$ 2,15, seguido pelo quilo do pão doce (-R$ 1,52), pó de café 500g (-R$ 1,19) e o azeite de oliva 500ml (-R$ 1,13).
Na contramão, o alho a granel subiu R$ 2,33 por quilo. A bandeja de morango de 250g encareceu R$ 1,28, o leite em pó 400g subiu R$ 1,07, o sabão em barra com cinco unidades avançou R$ 0,90 e o quilo do feijão subiu R$ 0,46.
Carnes e pescados
O setor de carnes e pescados registrou uma leve queda média de 0,11% em relação a maio, embora ainda acumule uma alta de 2,07% no decorrer do ano de 2026, conforme dados coletados pelo Procon Poços.
No açougue, os cortes que mais baixaram foram a picanha (-R$ 5,03 o quilo), a costelinha suína (-R$ 1,68) e o peito de frango com osso (-R$ 1,37).
Já o filé de tilápia e o filé de merluza subiram R$ 2,67 e R$ 2,33 por quilo, respectivamente.
O quilo do contrafilé, por exemplo, alcançou a média de R$ 59,30, flutuando entre R$ 47,39 e R$ 69,99.
O acém moído obteve média de R$ 38,91, variando de R$ 33,90 a R$ 42,90.
Para quem prefere aves, o frango inteiro com ossos registrou preço médio de R$ 11,23, com o menor valor encontrado a R$ 7,98 e o maior a R$ 16,99.
Entre os peixes, a pesquisa aponta que o filé de merluza variou de R$ 29,90 a R$ 33,90.
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