Ordem do Dia 08/12/25
Marco Antônio Andere Teixeira faz uma breve análise sobre fatos do dia
A profusão de alternativas, à direita, seria bom ou ruim para a própria direita? Essa parece ser uma dúvida consistente. Pois o "bate cabeça" à direita é intenso e nem um pouco produtivo.
Na última Ordem do Dia foi abordada a questão Michelle Bolsonaro. Objeto de uma "reduzida" de seus enteados e do marido, que teria indicado o filho Flávio como candidato à presidência da República.
O que nos leva ao homem: Flávio faz o gosto do lulismo, haja vista suas "rachadinhas" curriculares. Além de trazer o desgaste de seu sobrenome, alvo de rejeição cada vez maior. Família tão rejeitada, e com tantas intercorrências, quanto o próprio Lula.
Entretanto, Flávio Bolsonaro já disse que está pronto a negociar sua candidatura e que "tem um preço". Profissionais do sexo também. Haveria outras ofertas?
Tarcísio, governador de S. Paulo, se encontra bem posicionado nas pesquisas. Mas reluta em deixar o Palácio Bandeirantes, no que seria uma reeleição com grandes chances.
É o preferido do mercado e se coloca como lacaio do bolsonarismo. José Dirceu aposta que será ele o candidato que unirá a direita. Será?
De Minas vem Zema, o homem que diz "eu ouvo bem". Mas pouco entende. Come banana com casca e fez a pior gestão financeira, administrativa e política da história de Minas. Sem realizações.
Pesquisa Opus informa que 75% da população mineira não sabe de nenhuma entrega, feita pelo governo Zema. Mas segue aprovado no Estado por 50%.
O eleitor mineiro anda comendo queijo com propriedades alucinógenas. Zema seria o resultado tóxico delirante desse envenenamento político.
Do Paraná vem Ratinho Junior. O que viria a ser isso? Sabemos apenas que ratinhos temem "chumbinho". E só.
De Goiás vem Caiado, direita raiz, tradicional, racional e coerente. Mas faz o mesmo discurso da época da "bancada ruralista". No mesmo ritmo desde 1980. Será isso boa propaganda?
O fato seria que esses nomes, longe das estruturas que os sustentam, dizem pouco. Salvo Caiado, mas que diz o mesmo há 40 anos.
Considerando que o Centro Político, atualmente, parece tomar chá com Chapeleiro Maluco e Alice, no "País das Maravilhas", aí vem Lula.
O redivivo Freddy Krueger. Mais uma versão política de "Sexta-feira, 13". A continuação do pesadelo... Uma sucessão de horrores.
* Marco Antônio Andere Teixeira é historiador, advogado, cientista político (UFMG), pós-graduado em Controle Externo (TCEMG/PUC-MG), Direito Administrativo (UFMG) e Ciência Política (UFMG). E-mail: marcoandere.priusgestao@gmail.com
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