PUC/Poços nega participação no caso do cão tatuado

Universidade nega que alunos ou professores tenham atuado no procedimento

O campus local da PUC/Minas divulgou ontem à tarde uma nota de esclarecimento onde garante desconhecer qualquer tipo de envolvimento de alunos ou professores da instituição com o caso do cão tatuado na cara pelo dono.

cão tatuadoO caso ganhou ampla repercussão na mídia local e nas redes sociais, gerando indignação de muitas pessoas. Segundo o dono do cão, da raça Bull Terrier, o procedimento foi realizado para prevenir câncer de pele no animal e teria tido o aval de médicos veterinários que atuam no mercado e de professores da PUC, o que fez a instituição se manifestar de forma oficial.

“Um dos posts da rede social menciona que a aplicação da tatuagem teve algum tipo de orientação por parte de professores do curso de Medicina Veterinária da PUC/Minas. Trata-se de uma afirmação inverídica e descabida, já que nenhum tipo de assistência neste caso foi feita por parte de profissionais do curso. A universidade, além de desmentir qualquer tipo de ligação de seus docentes com o caso, destaca que repudia este tipo de prática”, completa a nota.

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